FALANDO SOBRE GENTILEZA-Rosana Braga muito tem me ensinado..................


DEIXO AQUI MEU EMAIL PARA QUALQUER INFORMAÇÃO:seneyamigues@hotmail.com . ROSANA BRAGA: Gostaria de reproduzir aqui 10 dicas que dei no livro, entre outras, para facilitar a prática da gentileza. Creio que se conseguirmos incorporar pelo menos algumas dessas ações, nossa vida já se tornará bem mais leve e gostosa.

1. Tente se colocar no lugar do outro. Isso o ajuda a entender melhor as pessoas, seu modo de pensar e agir.

2. Aprenda a escutar. Ouvir é muito importante para solucionar qualquer desavença ou problema.

3. Pratique a arte da paciência. Evite julgamentos e ações precipitadas.

4. Peça desculpas. Isso pode prevenir a violência e salvar relacionamentos.

5. Pense positivo. Procure valorizar o que a situação e o outro têm de bom e perceba que este hábito pode promover verdadeiros milagres.

6. Respeite as pessoas quando elas pensarem e agirem de modo diferente de você. As diferenças são uma verdadeira riqueza para todos.

7. Seja solidário e companheiro. Demonstre interesse pelo outro, por seus sentimentos e por sua realidade de vida.

8. Analise a situação. Alcançar soluções pacíficas depende de se descobrir a raiz do problema.

9. Faça justiça. Esforce-se para compreender as diferenças e não para ganhar, como se as eventuais desavenças fossem jogos ou guerras.

10. Mude a sua maneira de ver os conflitos. A gentileza nos mostra que o conflito pode ter resultados positivos e ainda tornar a convivência mais íntima e confiável.



quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A corrida dos sapinhos.flv

Relaxe a Mente

Por Dr. Luigi Gratton
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Vivemos num mundo acelerado. Desde os congestionamentos até os vencimentos das contas a pagar, o estresse afeta em algum nível quase todos nós. Já que evitar o estresse e a ansiedade juntos é praticamente impossível, é importante que possamos reagir da maneira mais saudável e produtiva possível.

Situação estressante

Distúrbios da ansiedade, como um todo, são uma doença mental muito comum. Milhões de adultos são afetados a cada ano e experimentam o estresse do dia-a-dia. O estresse pode causar mudanças químicas no corpo que têm efeitos negativos tanto na saúde mental como na física. Além disso, o estresse tem sido apontado como causador de um sistema de defesa deficiente devido à natureza da resposta do corpo. Durante uma situação de estresse, o corpo sinaliza a liberação de hormônios do estresse tais como adrenalina e cortisol na corrente sanguínea. Esses hormônios aceleram a taxa cardíaca, fazendo o coração trabalhar muito. Os músculos enrijecem, a pressão sanguínea aumenta, e a atividade do cérebro também acelera. Outros sintomas fisiológicos do estresse podem incluir hiperventilação, tontura, distúrbios digestivos e dores de cabeça.

Atitudes relaxantes.

Há muitas maneiras simples de acalmar nervos estressados de forma natural. Beber de 8 a 10 copos de água por dia e dormir pelo menos 8 horas farão seu corpo funcionar na sua melhor forma e ajudarão a minimizar o estresse. Há diversas técnicas criativas para combater o estresse, tais como caminhar, praticar exercícios de respiração, ouvir música ou passar o tempo com os amigos.

Então tente não se estressar. Há muitas maneiras saudáveis de acalmar seu dia e descansar tranquilamente à noite.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Coragem de Camundongo




Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.
Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas aí ele ficou com medo de cão, por isso o mágico o transformou em pantera.

Então ele começou a temer os caçadores.



A essa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto. Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, é sim a capacidade de avançar, apesar do medo; caminhar para frente; e enfrentar as adversidades, vencendo os medos...

É isto que devemos fazer. Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos.

Senão, jamais chegaremos aos lugares que tanto almejamos em nossas vidas...

Autor desconhecido

A Flor


 
O local estava deserto quando sentei-me para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho. Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois tinha a impressão que o mundo estava tentando me afundar. E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante chegou perto de mim, cansado de brincar. Ele parou na minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria:
- Veja o que encontrei!
Na sua mão uma flor. E que visão lamentável! Estava murcha com muitas pétalas caídas...
Querendo ver-me livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e me virei.
Mas ao invés de recuar, ele sentou-se ao meu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:
- O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei. Pegue-a, é sua!
A flor à minha frente estava morta ou morrendo. Nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho, mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá. Então estendi-me para pegá-la e respondi:
- Era o que eu precisava...
Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão.
Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego, e que não podia ver o que tinha nas mãos. Senti minha voz sumir. Lágrimas despontaram ao sol, enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele jardim.
- De nada... - respondeu sorrindo.
E então voltou a brincar sem perceber o impacto que teve em meu dia.
Sentei-me e comecei a pensar como ele conseguiu enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho. Como ele sabia do meu sofrimento auto-indulgente? Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão.
Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU! E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciar cada segundo que é só meu. Então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela flor, e sorri enquanto via aquele garoto com outra flor em suas mãos prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade...

As melhores coisas da vida são vistas com o coração!

Completa doação



Havia uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega!

Ela também odiava a todos... exceto seu namorado!

Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria com ele. Em um dia de sorte, alguém doou um par de olhos a ela! Então o seu namorado perguntou a ela:

- Agora que você pode ver, você se casa comigo?

A garota ficou chocada quando viu que seu namorado era cego! Ela disse:

- Eu sinto muito, mas não posso me casar com você porque você é cego!

O namorado afastando-se dela em lágrimas disse:

- Por favor, apenas cuide bem dos meus olhos... eles eram muito importantes pra mim...

Nunca despreze quem te ama! Às vezes, as pessoas fazem certos sacrifícios e nós nem ligamos...

Autor desconhecido

A Pedra da Felicidade


Nos tempos das fadas e bruxas, um moço achou em seu caminho uma pedra que emitia um brilho diferente de todas as que ele já conhecera. Impressionado, decidiu levá-la para casa. Era uma pedra do tamanho de um limão e pertencia a uma fada, que a perdera por aqueles caminhos, em seu passeio matinal. Era a Pedra da Felicidade. Possuía o poder de transformar desejos em realidade.
 
A fada, ao se dar conta de que havia perdido a pedra, consultou sua fonte de adivinhação e viu o que havia ocorrido. Avaliou o poder mágico da pedra e, como a pessoa que a havia encontrado era um jovem de família pobre e sofredora, concluiu que a pedra poderia ficar em seu poder, despreocupando-se quanto à sua recuperação. Decidiu ajudá-lo.
 
Apareceu ao moço em sonho e disse-lhe que a pedra tinha poderes para atender a três pedidos: um bem material, uma alegria e uma caridade. Mas que esses benefícios somente poderiam ser utilizados em favor de outras pessoas. Para atingir o intento, cabia-lhe pensar no pedido e apertar a pedra entre as mãos.
 
O moço acordou desapontado. Não gostou de saber que os poderes da pedra somente poderiam ser revertidos em proveito dos outros. Queria que fossem para ele. Tentou pedir alguma coisa para si, apertando a pedra entre as mãos, sem êxito. Assim, resolveu guardá-la, sem muito interesse em seu uso.
Os anos se passaram e este moço tornou-se bem velhinho. Certo dia, rememorando seu passado, concluíu que havia levado uma vida infeliz, com muitas dificuldades, privações e dissabores. Tivera poucos amigos, porém, reconhecia ter sido muito egoísta. Jamais quisera o bem para os outros.
 
Antes, desejava que todos sofressem tanto quanto ele. Reviu a pedra que guardara consigo durante quase toda sua existência. Lembrou-se do sonho e dos prováveis poderes da pedra. Decidiu usá-la, mesmo sendo em proveito dos outros.
 
Assim, realizou o desejo de uma jovem, disponibilizando-lhe um bem marterial. Proporcionou uma grande alegria a uma mãe revelando o paradeiro de uma filha há anos desaparecida e, por último, diante de um doente, condoeu-se de suas feridas, ofertando-lhe a cura.
 
Ao realizar o terceiro benefício, aconteceu o inesperado: a pedra transformou-se numa nuvem de fumaça e, em meio a esta nuvem, a fada, vista no sonho que tivera logo ao achar a pedra, surgiu dizendo:
"Usaste a Pedra da Felicidade. O que me pedires, para ti, eu farei. Antes, devias fazer o bem aos outros, para mereceres o atendimento de teu desejo. Por que demoraste tanto tempo para usá-la?"
 
O homem ficou muito triste ao entender o que se passara. Tivera em suas mãos, desde sua juventude, a oportunidade de construir uma vida plena de felicidade, mas, fechado em seu desamor, jamais pensara que fazendo o bem aos outros colheria o bem para si mesmo.
Lamentando o seu passado de dor e seu erro em desprezar os outros, pediu comovido e arrependido:
"Dá-me, tão somente, a felicidade de esquecer o meu passado egoísta."
(Autor Desconhecido).
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O monge mordido


Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão.



Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada . Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

- Mestre deve estar muito doente! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu:
- Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.

(De um exercício escolar do Centro Educacional Leonardo da Vinci - Brasília)

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O Menino do Palácio do Dragão

 
Era uma vez, num país distante, um pobre vendedor de flores. Todos os dias ele colhia as flores, descia até o vale e atravessava um rio para chegar à cidade, onde vendia sua colheita. No fim da tarde, ao voltar para casa, atravessava novamente o rio e atirava na corrente os botões não vendidos

Um dia, devido as fortes chuvas, o rio havia subido de tal forma e tão violenta era a torrente que era impossível cruzá-lo. O vendedor ficou parado, sem saber o que fazer, quando avistou uma tartaruga que veio em sua direção e se ofereceu para transportá-lo. Tão logo ele subiu no casco da tartaruga ela nadou velozmente, submergindo nas profundezas do rio.

  
Em poucos momentos chegaram a um estranho palácio. Era o palácio do dragão, a morada do senhor da água. Lá, uma linda princesa os aguardava. Ela saudou calidamente o vendedor e agradeceu-lhe pelas flores tão bonitas que as águas do rio todos os dias lhe traziam. Ela o recebeu com um suntuoso banquete, ao som de delicadas melodias e com graciosas danças de peixes. Encantado, o vendedor permaneceu ali por um longo tempo.

Finalmente o deleitado hóspede decidiu que deveria voltar para casa. Quando se despediu da princesa, esta mandou vir à sua presença um menininho maltrapilho.

Por favor – disse ao florista, - cuide deste menino, e ele fará com que seus desejos se tornem realidade.

Quando voltou para casa, acompanhado do menino, o vendedor de flores se deu conta da pobreza de sua cabana. Recordando-se das palavras da princesa, pediu ao menino um novo lar. O menino, então, bateu palmas três vezes e transformou a cabana em um maravilhoso palácio, esplendidamente mobiliado.

O tempo passou, e o vendedor esqueceu-se de sua origem humilde, exigindo mais e mais luxos; em breve, transbordava de riquezas. Em um ambiente tão rico, o homem começou a achar que o menino maltrapilho estava fora de seu lugar. Pediu-lhe então que trocasse as suas roupas por outras mais bonitas. Porém, dizendo que era feliz daquele jeito, o menino se negou a fazê-lo e continuou usando os seus andrajos.

Finalmente, o vendedor, convencido de que possuía tudo aquilo que poderia desejar, sugeriu ao menino que regressasse para o palácio do dragão. Este se recusou a voltar. Porém, ao ver o vendedor tão contrariado, concordou e deixou-se levar até o rio. 
Suspirando com alívio, por ter conseguido livrar-se do menino, o homem voltou ao seu palácio. Mas, para seu total assombro, o palácio havia desaparecido por completo. Ele estava novamente em sua humilde cabana, vestido com as mesmas roupas que usava quando era um pobre vendedor de flores, muito tempo atrás. Nervoso, e percebendo o seu erro, correu em direção ao rio chamando o menino.
Mas o menino também havia desaparecido.  
Do livro: Histórias da Tradição Sufi - Editora Dervish

domingo, 7 de novembro de 2010

APERFEIÇOAMENTO ESPIRITUAL.

Dicas da Rosacruz - Aperfeiçoamento Espiritual
     
 
     Como aplicação desta monografia, talvez seja útil lembrarmos alguns pontos essenciais para aprendermos a conhecer a nós mesmos e nos aperfeiçoarmos:
     1) Conhecermos nossos defeitos.
      - Depois de os termos listado, colocarmos adiante as qualidades opostas e nos esforçarmos para adquiri-las;
      - a despeito dos nossos defeitos, não nos condenarmos, pois eles são úteis para adquirirmos as qualidades que ainda não temos;
       - permanecermos atentos aos nossos pensamentos, às nossas palavras e às nossas ações, a fim de gerirmos positivamente o nosso livre-arbítrio.
     2) Mantermos nosso corpo em bom estado de saúde, visto que ele é o templo da nossa alma:
      - por uma atividade física apropriada;
      - por exercícios respiratórios;
      - por uma alimentação sadia;
      - por bebidas saudáveis;
      - por uma moradia saudável.
     3) Confiarmos em nós mesmos, nos outros e em Deus.
      - Não mais temermos tudo e nada;
      - aceitarmos as provas da vida, pois elas são fatores de evolução.
     4) Mantermos pensamentos saudáveis:
      - pela meditação cotidiana;
      - por leituras inspiradoras;
      - pela rejeição consciente dos pensamentos negativos;
      - pela manutenção de pensamentos positivos.
 
 
 

Fonte: Recebido por e-mail